Uma das palavras-chave que uso na minha apresentação é intuição: quero ajudar Mulheres a alcançar autoridade na sua atividade profissional, usando ferramentas de comunicação e a sua intuição, sem que tenham que deixar de ser Mulheres.
A escolha não é, de todo, inocente, até porque é uma característica muito associada ao género feminino.
A intuição existe, de facto. É um processo mental, cientificamente explicado que tem que ver com a perceção de algo antes que tenha acontecido.
- E porque é que nós, Mulheres, temos esta capacidade mais desenvolvida?
- Elementar, meu caro Watson: porque nos foi permitido sentir e acumular experiências sensoriais múltiplas e diversas, sem termos que as reprimir, ao contrário da regra geral quanto ao género masculino.
Essas memórias coletivas ancestrais fizeram de nós genericamente mais doces, mais emocionais e mais perspicazes a ler a comunicação não verbal.
Ora se temos um conhecimento mais amplo, se lemos melhor o outro, se assumimos e expressamos mais os nossos sentimentos, temos muita e diversificada informação processada e isso permite-nos, mais facilmente, aceder e entender os sinais que se nos apresentam, ainda que de forma não consciente.
- E isso serve para quê, exatamente?
Digamos que é um trunfo na hora de tomar decisões. Devemos ser racionais? Sim. Devemos ouvir a nossa intuição? Claro. Devemos basear-nos em ambos? Sem dúvida!
Quando falo em intuição, falo nesta skill que nos é quase exclusiva e que pode fazer a diferença na tua atividade profissional, antecipando cenários e intuindo qual o melhor caminho a tomar nas várias situações.
Se sentes não tens a tua intuição desenvolvida, sabe que é possível fazê-lo, basta reconectares-te contigo. Eu posso ajudar-te nessa tarefa. Contacta-me.

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